Por falar em McCain, uma das maiores estrelas de sua equipe de conselheiros, Robert Kagan, está para lançar um livro sobre o papel que os EUA devem desempenhar no mundo. O lançamento merece atenção porque Kagan é um dos intelectuais neoconservadores (ele recusa o epíteto, mas é neoconservador, sim) mais influentes atualmente – e, certamente, a nova obra causará bate-boca nos círculos do poder americano. O título do livro será “The Return of History and the End of Dreams“, uma bordoada mais que direta nos que, há alguns anos, juravam que o fim da Guerra Fria representava “o Fim da História“. Entre as coisas mais famosas que Kagan escreveu está “Dangerous Nation“, sobre a gênese da política externa americana, “From Paradise and Power“, sobre o abismo entre americanos e europeus, e “Present Dangers“, sobre o papel que os EUA deveriam desempenhar no mundo. Mas esse foi publicado na era Clinton.
Veja o que o Guardian andou falando sobre o assunto.
Bela ironização com a gafe acadêmica de Fukuyama
Gafe acadêmica?
Na minha opinião o que Fukuyama fez foi dar all in. Sabem?
Como no poquer…
No fim da guerra fria, a produção acadêmica era como um grande jogo de texas holden…
Muito acadêmico deu mesa, muito apostou baixo, muitos até sairam da jogada.
Fukuyama deu all in. E perdeu tudo.
Acontece…