Hoje foi dia de acompanhar a via crucis que funcionários da ONU percorrem até a embaixada do Brasil. Eles vão lá três vezes ao dia levar comidas, roupas, remédios e até lâmpadas para manter os 50 e tantos que estão no cativeiro diplomático com Zelaya. A segurança é apertadíssima, com o quarteirão inteiro da missão isolado. Os critérios do que pode ou não passar dependem do humor (cada vez pior) dos militares e policiais.
Em meio à tanta coisa surreal, a ONU ainda decidiu batizar a entrega de “operação tortilla brasileña”.

Essa moçada simpática com o rosto coberto (à esq. na foto) filma tudo. São militares e policiais de unidades de inteligência. O Sérgio Guimarães, brasileiro do Unicef que coordena a operação, diz que já rodaram um longa dele.

O carro oficial da ONU entra e leva os mantimentos para a embaixada.

Que serviço de inteligência inteligente, viu…
hahahaha…muito bom maestro